quarta-feira, 12 de junho de 2013

Retomada

Já faz tempo que não venho aqui postar minhas ideias, meu aprendizado e experiências minhas ou de outras pessoas. Falta de tempo. Mas a retomada é indispensável.

Stairway to heaven - Led Zepellin - Stairway to heaven.mp3

Powered by mp3skull.com

Apostilas e jogos interativos em PowerPoint para o ensino e prática de idiomas – inglês – espanhol – alemão – francês – português (inclusive PLE). Se mora no Brasil visite SOS Idiomas; se mora no exterior visite: Digital Goods. Entrega imediata por download.

Zailda Coirano

domingo, 8 de abril de 2012

Na teoria é tudo muito fácil

Teorizar é fácil e bonito, falar de karma e de vidas passadas, discorrer horas sobre crescimento espiritual e essas coisas todas. Mas será que vivemos o que pregamos?

  • Quantas vezes, quando algo de ruim aconteceu, você pensou que era para aprender alguma coisa ou que serviria para seu crescimento espiritual?
  • Quantas vezes você se lembrou que além dos livros há muita gente na vida real que precisa de ajuda, afeto, casa, dinheiro, comida, um teto?
  • Quantas vezes você percebeu que estava na hora de parar de falar e começar a aplicar tudo o que diz na sua vida?
  • Quantas vezes você exercitou sua paciência ou sua capacidade de perdoar?

Falar é fácil, nós só iremos crescer se começarmos a semear a palavra de Deus com nossos exemplos e não com palavras. Mesmo porque o vento as leva.

Zailda Coirano

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Aqui se faz, aqui se paga

poupancaQuem não conhece o dito popular “aqui se faz, aqui se paga”? Mas será verdadeiro?

Segundo a doutrina espírita sim, mas não necessariamente nessa vida. O que “acumulamos” é como uma “conta-corrente”. Podemos ter uma conta “positiva” ou “negativa”. A conta “positiva” conseguimos com boas ações, crescimento espiritual, quando nos tornamos pessoas melhores.

Ao contrário, quando nos dedicamos a usar o “cheque especial” mesmo sabendo que cedo ou tarde teremos que pagar, a dívida não “morre” conosco. Podemos desencarnar sem “pagar” pelo que fizemos, mas isso retorna em forma de “karma”, que são débitos de vidas passadas que teremos que quitar nessa ou em vidas futuras.

Então aqui se faz, aqui se paga. Podemos pagar à vista ou a prazo, mas a cobrança sempre virá.

Zailda Coirano

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Para que serve a família?

familia211Quando um adolescente briga com a mãe, lá vem a frase clássica:

- Eu não pedi pra nascer!

De acordo com a doutrina espírita todos nós pedimos para nascer e ainda por cima escolhemos nossa família, então existem razões muito fortes para que façamos parte de nossa família. As ligações com nossa família transcedem o plano físico, além de serem ligações de sangue e emocionais são também ligações espirituais.

Se todos temos uma “missão”, a família também tem a sua: além da formação ela também nos dá suporte: emocional, educacional, social e até material.

Quando minha irmã resolveu ir morar na Europa não me perguntou se era o melhor para mim, ela foi porque era o melhor para ela, e ela estava certíssima. Cada um de nós tem uma história e só a nós cabe escrevê-la com nossas escolhas e ações. Sempre que escolhemos fazemos o que é melhor para nós e mesmo que não seja o melhor para a família, esta deve servir sempre de apoio e incentivo.

Quando meu filho decidiu sair de um emprego “seguro” e com bom salário para começar do zero na profissão que ele escolheu e para a qual tem vocação eu fiquei temerosa mas entendi que mesmo não sendo a decisão que me faria dormir tranquila à noite (como mãe), era a melhor opção para ele.

Entendo a família dessa forma, a cada decisão de cada um dos membros rezamos para que tudo dê certo e estamos à disposição para ajudar caso tudo dê errado.

Conselhos nós sempre damos, mas não passam de conselhos e via de regra são ignorados, muitas vezes nem são pedidos, mas não podemos exigir que os membros de nossa família façam o que é melhor para nós, cada um tem um caminho a trilhar e nós somos o porto seguro para onde sempre poderão voltar caso as coisas não saiam como o planejado.

blue

sábado, 30 de julho de 2011

Provas da reencarnação

viagem_astral-blogQuando digo que sou espiritualista e que acredito nos preceitos da doutrina espírita, meus amigos que não professam a mesma crença começam a fazer perguntas e acaba sempre caindo na mesma coisa: como comprovar a reencarnação.

Acho engraçada essa insistência, já quem nenhum católico vê a necessidade de comprovar a transubstanciação, e que eu saiba nenhum evangélico questiona a veracidade do livro sagrado.

Para seguir uma religião a primeira coisa necessária para que não seja apenas um “seguir da boca para fora” é a fé. Mas o que é a fé?

Segundo o livro dos Hebreus: "A fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem".

Ou seja, a fé não precisa de provas. Se houvesse uma prova concreta e científica de todas as nossas crenças religiosas não seria religião, seria ciência.

Todas as religiões têm dogmas e crenças que se propagam entre seus fiéis, que não necessitam de provas, eles creem e pronto.

Eu respeito a opinião de quem acha a reencarnação impossível, improvável ou até quem pensa que é uma heresia acreditarmos nela. Respeito quem acredita que eu irei queimar no mármore do inferno por acreditar em reencarnação, inclusive.

Mas eu - como já disse acima - creio não só na reencarnação como em todos os outros ensinamentos da doutrina espírita, e se eu reconheço nas outras pessoas o direito de acreditarem naquilo em que creem, não vejo motivo nenhum para provar nada.

As evidências (que não são provas, são evidências apenas que estão lá para quem quiser ver) para mim são sinais mostrando para mim mesma que estou certa. Quem acredita, ótimo. Quem não acredíta, ótimo também. Não acreditar é um direito de todos. Acreditar também.

blue4

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O que é reencarnação

ReencarnaçãoA reencarnação é a volta do espírito à vida terrena em outro corpo. Não se pode confundir reencarnação com ressurreição, pois a reencarnação é um processo natural pelo qual todos passamos ou passaremos um dia.

Segundo a doutrina espírita, antes de reencarnar o espírito assume certas responsabilidades, missões ou provas. A reencarnação tem o objetivo de expiação, compensação ou outro, como vemos abaixo.

Motivos da reencarnação

Expiação – significa pagar, resgatar ou compensar ações de vidas anteriores. O ditato “aqui se faz, aqui se paga” tem uma conotação de “verdade” de acordo com esse conceito.

Prova – pode ser confundido com expiação, mas não existe a “falta” a ser resgatada, são provas escolhidas pelo espírito para purificar-se ou terminar etapas de seu desenvolvimento.

Missão – são tarefas que os espíritos têm que desempenhar nesta ou em outra vida.

Cooperação – através de sua reencarnação, os espíritos colaboram com outros espíritos no desempenho de suas missões ou provas.

Desenvolvimento da inteligência – através da pesquisa científica, os espíritos desenvolvem sua inteligência e apuram sua moral.

Fontes:

Centro Espírita Ismael

Wikipedia

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terça-feira, 29 de março de 2011

Chico Xavier

chico_xavier04_01Eu assisti o seriado da Globo sobre a vida de Chico Xavier e emocionei-me muito, principalmente porque percebi que para seguir sua missão ele teve que enfrentar muitas dificuldades e a incompreensão da própria família.

A vida de Chico

Desde criança ele era de certa forma perseguido por ser julgado “diferente”, e tudo o que é diferente desperta suspeitas. Quando comentava suas visões era desacreditado ou – pior – com suas crendices, imaginavam que era influência do “maligno”.

Quando finalmente encontrou seu caminho, sua família não compreendia sua missão e exigia dele uma vida “normal”, que ele não estava preparado para viver. Queriam que ele se afastasse das pessoas que o procuravam, ou que tirasse proveito de suas consultas. Não entendiam que a missão dele era mais importante que bens materiais ou uma vida “normal”.

Fé posta à prova

As pessoas que se aproximavam de Chico duvidavam a princípio e só se convenciam de sua mediunidade à medida em que provas eram fornecidas. Até a fé de Chico era posta à prova, e muitas vezes ele se perguntava se sua missão era de fato útil, se era aquilo mesmo que ele tinha que fazer.

Diferentemente dos outros, ele contava com um mentor espiritual que lhe dizia o que teria que fazer, como deveria continuar.

De qualquer forma era muito difícil não crer tendo Chico como uma prova viva da mediunidade, das forças espirituais que trabalhavam através dele, que doou sua vida para servir e difundir a religião espírita. E eu nem diria “religião”, pois o espiritismo é mais que isso. Mesmo que não se abrace o espiritismo como uma religião, ele é antes uma filosofia de vida.

Um espiritismo bem brasileiro

O fenômeno que Chico fez acontecer no Brasil foi justamente esse, o espiritismo difundido como uma filosofia. Católicos, protestantes, brasileiros de todas as religiões respeitavam Chico e o procuravam para saber de seus entes queridos que haviam já partido dessa existência.

No Brasil hoje temos pessoas de todas as religiões (e até os que não seguem religião alguma, como é o meu caso) que acreditam na filosofia espírita. A fé em Deus, na reencarnação, na missão que aceitamos antes de encarnar, na expiação de faltas de vidas anteriores, a chance de melhorar e nos aproximarmos a cada reencarnação do Criador são hoje verdades absolutas para mim. E tenho certeza de que parte disso devo – ainda que indiretamente – a Chico Xavier.

assinaatura

domingo, 19 de setembro de 2010

Chico Xavier - uma vida de amor

O cinema nacional descobriu Chico Xavier, temos dois filmes com o tema "espiritismo" em cartaz, e um deles é "Uma vida de amor", que conta a vida e a trajetória do médium. Eu estou pensando em ir ver o filme na semana que vem, e assim que assistir postarei aqui meus comentários.

Para saber mais sobre o filme, acesse o link: Chico Xavier, uma vida de amor

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sábado, 18 de setembro de 2010

Para tudo há uma explicação

A novela das 7 (ou das 6, não sou boa nesse negócio de novela) está apresentando uma história que tem um fundo espiritual. Claro que em toda uma dramatização (característica de novela, que é para prender a atenção dos expectadores) mas mesmo assim considero louvável a iniciativa, mostrando um pouco da filosofia e da religião espírita ao expectador, que já está cansado de temas vazios que não acrescentam nada.

A novela pode provocar uma reflexão e a reflexão pode levar à aceitação, o que acho muito para a religião espírita. Parece que estamos "no clima", com o lançamento de dois filmes nacionais com o mesmo tema, homenageando nosso querido e respeitado Chico Xavier.

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sábado, 10 de abril de 2010

Chico Xavier - o filme

A ideia de um filme sobre a vida de Chico Xavier foi ótima, para muitos que só acreditam na ciência muitos fenômenos permanecem inexplicados. Com milhares de obras psicografadas, Chico é um ícone do espiritismo no Brasil, responsável por sua disseminação. Graças à sua obra hoje em dia no Brasil acontece um fato diferente do que se encontra em outras partes do mundo: pessoas de todas as religiões também acreditam na filosofia espírita, sendo que ela se "mescla" a outras religiões.

Para saber mais sobre o filme visite o site oficial.

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Você sabe o que é Karma?


Karma é a lei da ação e reação, da causa e efeito. Tudo o que fazemos, seja bom ou ruim, voltará para nós mais cedo ou mais tarde. Algumas vezes achamos que nos livramos, mas a cobrança pode vir nessa ou em futuras encarnações.

Para saber mais sobre o karma, visite o site abaixo:


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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Pé de pato, mangalô três vezes!

Desde que estava lá pela quarta série percebi que atraio gente invejosa e malvada. Mas não é pra serem meus amigos, não. Eles adoram me odiar. Acho que é porque eu nunca soube qual era o meu lugar.

Na escola havia a "ala das riquinhas", que as meninas que não eram tão riquinhas tratavam no maior puxa-saquismo, cheias de salamaleques. Faziam questão de notar o novo corte de cabelo e dizer mil vezes o quanto estava lindo. Eu por meu lado sempre detestei gente falsa e puxa-saco e nunca me curvei ao poder do dinheiro. Aliás não vejo graça em dinheiro, depois de trabalhar 19 anos como caixa de banco sei que dinheiro é sujo, fede e ainda solta tinta. Acha que vou ver graça num negócio desses?

Então eu nunca tratei com reverência quem tinha dinheiro, quem tinha "posição". Para mim todos são iguais e só respeito quem faz por merecer. Admiro pessoas que têm nobreza de caráter, boas intenções, que querem melhorar e aprender. Essas eu trato com respeito, admiração e até com reverência, porque para mim o valor das pessoas está na sua riqueza interior e não relacionado à quantia que têm no banco.

Agindo assim eu só podia mesmo despertar o ódio eterno das colegas riquinhas, acostumadas a tanta reverência. Em algum momento acho que elas se questionavam: por quê a Zailda não puxa o meu saco? Quem ela pensa que ela é?

Esse "quem ela pensa que é" era fatal, daí pra me odiar e começar a me provocar era um passo. Depois de algum tempo ainda fiquei metida (na opinião delas), comecei a ser a primeira da classe, a tirar notas melhores que as delas (elas é que ficavam comparando, eu ficava feliz com a nota porque havia estudado, mas elas logo iam comparar se era maior or menor que a delas).

Cresci e cresceu comigo esse "dom" de atrair mau-olhado. Não importa se eu varo a noite trabalhando, quando eu consigo algum sucesso sempre tem alguém botando gosto ruim, dizendo que é porque eu puxo o saco (nunca puxei saco de ninguém), imito os outros (e eu lá estou preocupada com os outros?), sou vingativa...

Se tem coisa que eu não sou é vingativa, mas não convém abusar, né? Sou humana também... Mas eu acho que entendo. Todo mundo quer ter os louros mas poucos se dispõem a trabalhar por eles. Quando tenho um objetivo, luto de forma limpa por ele, e a forma mais limpa e segura de alcançar um objetivo que eu conheço é o trabalho. Aqueles que me cercam acompanham minhas horas de trabalho contínuo e depois comemoram comigo as minhas vitórias. Os que só aparecem na hora da comemoração acham que tudo cai do céu.

O que cai do céu é chuva e se passar perto de um prédio pode cair até coisa mais pesada. Estamos aqui para construir, se você está tão preocupado com a vida dos outros que não para nem pra botar um tijolo em cima do outro, como acha que vai conseguir alguma coisa? Se você não tem paciência de aprender, como vai melhorar? Se você só inveja o que os outros têm mas não ajuda ninguém, como acha que alguém vai querer lhe ajudar?

Acho que sei porque algumas pessoas me odeiam tanto, é porque não retribuo. Não odeio nem desprezo ninguém, acho que todos podem melhorar mas alguns têm mais dificuldades. Se quiserem ser ajudados com certeza podem contar comigo, mas se da primeira vez que eu estender a mão tentarem arrancá-la do meu braço, podem aprender a virar-se sozinhos.

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sexta-feira, 20 de março de 2009

O monstro e o monstro


Não, não é 'o médico e o monstro', que tinha duas facetas, uma boa e outra má, incontrolável. Nesse eu só vejo a maldade. A monstruosidade infinita de violentar mais de 3.000 vezes a própria filha, que manteve em cárcere por 24 anos. Por violentá-la em frente aos filhos que também eram seus netos. De manter os filhos durante toda a vida longe da luz do sol e privados de conviver com seres da raça humana.

Foram criados como bichos por esse monstro que os gerou e que durante 24 anos foi respeitado pela sociedade, tratado com um membro da dita 'raça humana'. Nos olhos desse monstro vejo uma alma que há muito afastou-se da luz e rastejou para as profundezas mais escuras da maldade pura. Conterrâneo de Hitler, imagino que seu crime foi talvez pior pois manteve suas vítimas vivas por décadas nas quais as torturava e violentava moral, física e espiritualmente.

Deve receber uma pena de prisão perpétua por todos esses crimes e pelo assassinato de um filho-neto recém nascido e sinto que essa pena é pequena para um crime tão bárbaro, repugnante, inimaginável mesmo nas mentes mais criativas da ficção.

Mas eu acredito na vida após essa vida e sei - sem sombra de dúvidas - que se a justiça humana não conseguiu dar-lhe uma pena à altura de seus crimes a Justiça Divina com certeza o fará. E que seus filhos, que foram privados de parte de suas vidas as terão de volta em outra encarnação. Creio piamente que esse ser que hoje mostra-se com a figura humana terá um longo e doloroso caminho a percorrer antes de voltar a ser de fato humano. Dentro de mim chego a ter pena dele pois sei que o ônus será pesado e que muito terá que aprender até poder novamente deixar de rastejar entre os iguais a ele e voltar a ser um de nós.

Artigo em resposta a: Cinema e bobagens - Quem é o monstro?

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Uma história de gratidão

Recebi uma vez por email e agora como comentário em um de meus blogs. Acho esse relato interessante porque mostra o Criador agindo em nosso destino, nos conduzindo para que sigamos nosso caminho.

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo. Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera.

O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s… Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.

Certamente ele ainda estava na pizzaria. Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.

A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.

As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma. Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.

Moshê procurou seu ’salvador’ entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.

Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida. O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.

Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida. Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.

Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.

Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito ‘Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila‘.

Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor. Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.

(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Aniversário do blog


Hoje o blog está completando um ano de idade. Nem parece, a impressão que tenho é de que foi ontem que comecei a escrever aqui. De lá para cá tenho tentado imprimir ao blog algumas características, que aos poucos vão se delineando em minha cabeça.

Um dos objetivos do blog é o de difundir a filosofia espírita, postando os ensinamentos e também testemunhos e depoimentos meus e de outras pessoas que em algum momento viram suas vidas e seus destinos influenciados por forças de outro mundo.

As pessoas materialistas, para quem a matéria é a única realidade plausível sempre questionam o que coloco aqui, mas devo lembrar que aquilo em que acreditamos é muito pessoal e não adianta questionar a fé alheia, mesmo porque a fé é sentida e não racionalizada.

Não há como explicar porque acreditamos em algumas coisas e em outras não. Acreditamos no que sentimos que é verdadeiro, sem necessidade de justificativas lógicas e irrefutáveis. E é justamente esse o mérito da fé, o fato de ser instintivo e nascer de dentro de nossos corações e não de nosso cérebro.

Espero contar por mais esse ano com a visita dos leitores que durante esses 365 dias de existência do blog têm prestigiado e comentado, me incentivando para que eu continue com esse local de discussão e disseminação da filosofia espírita. De minha parte garanto que vou me esforçar cada vez mais para aprender com os erros e chegar o mais próximo possível daquilo que todos esperam encontrar por aqui.

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Os pequenos milagres que a gente não vê


Ainda ontem publiquei um comentário na postagem "Você acredita em milagre?" e mesmo depois de respondê-la permaneci pensando no assunto. Conforme disse em minha resposta ao comentário, quem acredita não precisa de provas nem questiona muito, mesmo porque a única pessoa que poderia explicar o porquê de um milagre provavelmente não irá nos responder de imediato.

E digo que não irá responder de imediato porque as respostas sempre vêem e presenciamos pequenos milagres diariamente, sem mesmo nos dar conta disso. Costumamos chamar a esses pequenos milagres 'coincidências' porque a palavra teoricamente explica tudo. Mas se formos analisar a fundo as probabilidades das tais 'coincidências' acontecerem - e elas sempre acontecem em cadeia, mostrando que há um Ser Inteligente fazendo com que aconteçam para atingir um determinado resultado - veremos que a probabilidade matemática de elas terem acontecido da maneira que aconteceram ficam reduzidas a praticamente zero.

Quando alguém que nunca perdeu a hora acorda tarde justamente no dia em que vai pegar um avião, depois se demora porque não encontra alguma coisa (justo ele, tão organizado) e a seguir fica preso no trânsito num local onde normalmente não há engarrafamentos, e ao fim de tudo perde o avião, devemos supor que tudo conspirou para que ele não entrasse de forma alguma naquele voo. E se esse avião cai logo depois de decolar e morrem todos os passageiros, isso nos leva a crer que o fato de 'alguém' ter impedido de todas as formas que ele entrasse no avião foi tramado para que ele não morresse.

Por quê? Essa é uma pergunta difícil. Porque não era sua hora. Porque ele ainda não tinha cumprido sua missão. Porque para o bem dele e de outros seria melhor que permanecesse por aqui mais um tempo. Ou talvez mais adiante essa resposta fique clara.

Uma amiga contou-me que certa vez tinha que levar um filho pequeno ao médico mas que não encontrava a chave do carro de jeito nenhum. Procurou por toda a casa e a chave (que sempre ficava no mesmo lugar) não estava lá de forma alguma. Já com o bebê na cadeirinha sentiu que tinha que tomar uma providência ou perderia a consulta, decidiu ir de táxi.

À noite, assim que seu marido chegou reclamou com ele que, mesmo sabendo que ela teria que usar o carro, não deixara a chave no local de sempre e contou-lhe o que havia acontecido. Seu marido estranhou e foi até o lugar onde a chave costumava ficar pendurada, e qual não foi a surpresa dos dois vendo-a exatamente no mesmo lugar de sempre.

- Mas não é possível, procurei a chave pela casa toda, como ela poderia estar aí?

Não encontraram a explicação até o dia seguinte, quando o marido foi sair para o trabalho com o carro. Assim que ele girou a chave houve um problema elétrico e imediatamente o motor do carro começou a incendiar-se. Em poucos minutos a fumaça havia invadido todo o carro, mas o marido de minha amiga conseguiu pegar o extintor de incêndio e em poucos minutos apagou as chamas.

Estava explicado o motivo do sumiço da chave no dia anterior, porque se isso tivesse acontecido com minha amiga, ela que não sabia usar o extintor dificilmente teria a presença de espírito (ou tempo) de tirar o bebê que estaria no banco de trás preso à cadeirinha, antes que o fogo tomasse conta de tudo.

Os pequenos milagres acontecem conosco diariamente e os taxamos de 'coincidências' para não pensar no fato de que em algum lugar existe ALGUÉM cuidando de nós. Não estamos sós, de forma nenhuma.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A linha saco

Dizem, lá pelos lados das Minas Gerais, que quem inventou a moda linha saco foi Chico Xavier. Vocês conhecem a história? Não? Então vamos a ela.

Sua maravilhosa madrinha Rita afirmava que o menino Chico tinha parte com o diabo. Graças a esse argumento, ela o espancava diariamente. E o pior é que tudo era sob a anuência do padre de Pedro Leopoldo. Em verdade, era uma satisfação pueril para a vizinhança do lugarejo. Todavia, isso não o impedia de continuar sozinho vendo os espíritos. E falava sozinho com tanta freqüência junto das bananeiras do fundo da casa, que o vigário da cidade, tomando conhecimento do fato, passou a dar-lhe conselhos e penitências. E que penitências!...

(Continue lendo em Democrata online - A linha saco)

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domingo, 18 de janeiro de 2009

Casas André Luiz - 60 anos

Casas André Luiz comemora 60 anos - Dia 31 de Janeiro.
Apresentação da Orquestra Baccarelli, Palestra com Divaldo Pereira Franco.
A partir das 18h no Expo Center Norte (Pavilhão Vermelho, que fica na rua José Bernardo Pinto,333 - vila Guilherme - São Paulo.

www.nossolar.org.br

www.casasandreluiz.org.br

www.radioboanova.com.br

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sábado, 17 de janeiro de 2009

Allan Kardec - filme

Assista o vídeo e depois tire suas conclusões.



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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Allan Kardec - biografia

Estudo analítico sobre vida e obra de Allan Kardec, vale a pena conhecer. Visite o site Allan Kardec.

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